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# AI USAGE

# Registro de uso de IA

Os agentes de IA compuseram um papel muito importante no desenvolvimento do Followw, inclusive para
o aprendizado de cada membro da equipe. É evidente que sem o uso de IA não seria possível um
desenvolvimento tão acelerado e eficiente do projeto, algumas coisas seriam quase inviáveis sem o
uso dos agentes, considerando a quantidade de código legado do SIGAA que tivemos que lidar e a
abrangência do projeto. Nesse sentido, é importante ressaltar que o uso da inteligência artificial
não substituiu (e nem poderia) o processo criativo e o pensamento crítico de cada integrante ao
trabalhar no projeto.

Este documento relata como o uso dessas ferramentas foi utilizado em cada parte do projeto, por cada
membro do time e quais resultados eles trouxeram.

## Alto uso

* Arquivos de configuração: definições de workflows automáticose configuração do docker compose são
  arquivos pequenos e bem legíveis, fáceis de auditar e revisar. Portanto o uso da IA nesses casos
  serviu como forma de facilitar os processos e permitir que mais esforços fossem realizados em
  outras áreas mais trabalhosas.

* Scrappers: A aplicação em código dos scrappers teve uso relevante de agentes. Devido ao alto
  número de funções com lógicas semelhantes, foi concluído que o uso da IA seria útil para evitar
  esforços repetitivos. Porém, tal decisão foi tomada a partir da elaboração bem fundamentada de
  como os scrappers de cada área funcionariam, permitindo que, após o código ser escrito, uma
  análise e revisão respaldada no funcionamento idealizado fosse feita. Dessa forma, o risco de
  erros, vindos da inteligência artificial, foram reduzidos de forma pertinente, garatindo que os
  resultados esperados viessem a ser alcançados.

* Testes: Utilizamos agentes para a escrita de uma parcela considerável dos testes automatizados.
  Foi entendido que, por mais que testes não fazem parte do escopo da disciplina, é uma parte que
  exige menos esforço criativo e permite um certo grau de automatização. Ainda assim, isso não
  eliminou o acompanahmento e a verificação do código gerado, os membros atribuidos a essa função
  participaram ativamente na produção dos testes e sua validação, assegurando que todas as funções
  importantes do projeto fossem devidamente experimentadas e analisadas.

## Uso moderado

* Endpoints: A produção em código dos endpoints teve um trabalho mesclado. Toda a projeção a priori
  foi feita sem o uso de agentes, a partir dos resultados obtidos nas pesquisas da primeira sprint e
  conhecimentos anteriores. A aplicação da elaboração feita anteriormente teve uso leve de
  inteligência artificial, foi utilizado apenas para facilitar parâmetros reincidentes, mensagens de
  resposta semelhantes e outros processos que exigem menos criatividade.

* Modelos do banco: O processo de estruturação das tabelas foi planejado sem nenhum uso de IA.
  Porém, na tradução para o ORM e a aplicação em código, foi utilizado auxilio de agentes, buscando
  evitar processos repetitivos e acelarar o andamento do projeto.

* Interface do Front-End: O uso de IA no processo de criação da interface visual foi moderado,
  apenas usado na montagem da interface. Os componentes individualmente e o planejamento do layout
  foram pensados e executados manualmente pela equipe Followw (execução manual apenas dos
  componentes, o planejamento do layout foi executado com ajuda dos agentes de IA).

## Uso irrelevante ou nulo

* Documentação: Os relatórios das sprints, requisitos e arquitetura não tiveram uso relevante de IA,
  todo o emprego de agentes de IA envolvido em documentação foi na organização do arquivo final, por
  meio da criação de templates, especificado no caso do Template.md nas sprints e no arquivo de
  requisitos. Na arquitetura foi usado apenas para a adição da ferramenta de diagramas dinâmicos.

* Instalação dos arquivos base: as ferramentas de cli como `uv init`, `bun create vite`, etc. já
  fazem este papel, não é necessário usar IA nessas etapas.

* Organização do código: A forma de dividir o repositório entre apps e packages foi escolhida
  manualmente e é um padrão muito bem consolidado em monorepos. A ideia aqui foi tratar os scrappers
  internos como se fossem bibliotecas, enquanto a api e o site são os apps que as utilizam.

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## Técnicas utilizadas

* Modelos:
  * Claude Soonet 5 (Eliabe)
  * Claude Soonet 5.5 (Eliabe)
  * Claude Opus 5.5 (Eliabe)
  * Gemini Flash 3.8 (Gaspar, Kauã, Gabriel da Cruz, Samuel)
  * Gemini 4 Argon (Samuel e Kauã)
  * GPT 5.6-Luna (Galvão)
  * GPT 6-Astra (Diego, Galvão)
  * GPT 6.1-Sol (Diego, Gaspar, Gabriel da Cruz)

* Skills:

  Sobre as skills, algumas foram utilizadas pontualmente e foi tomada a decisão de não
  adicioná-las ao repo. Sendo assim, ficaram no repositório apenas as que são frequentemente
  usadas por todo o time.

  * codebase-design: Uso geral
  * grilling: Uso geral
  * scalar-docs: Kauã e Samuel
  * security-audit: Eliabe e Diego
  * thermo-nuclear-code-quality-review: Eliabe

* MCPs:
  * Context7: para ter acesso às docs atualizadas das bibliotecas
  * Playwright: para ajudar na criação dos scrappers (Eliabe, Diego)
  * Vercel: para criar os projetos, as configurações de deploy foram feitas manualmente

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Esse arquivo foi redigido de forma manual, sem nenhum uso de qualquer agente de IA, em conjunto com
todos os participantes do grupo. Ele estará em atualização contínua até o lançamento da R2.


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